Poesiar
quarta-feira, 16 de dezembro de 2009
pós ID
No verde-manso do papel
não vejo poros abertos de suor, ou
a afta que dissolve a língua
a unha que encrava o toque.
O verde-manso é raso e não sangra:
enumera estático o meu não-sorriso 3x4
[ grandes corpos não cabem em quadrados]
1 comentários:
Mirela Ferraz
disse...
ou pelo menos nesses
3 de janeiro de 2010 23:07
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ou pelo menos nesses
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